DEUS ESTA NO CONTROLE

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2 de ago. de 2011

VISÃO DE ADULTO E VISÃO DE CRIANÇA

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Éramos a única família no restaurante com uma criança. 
 
Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos,  comendo e conversando. 
 
De repente, Daniel gritou animado, dizendo: 'Olá, amigo!', batendo na mesa com suas mãozinhas gordas. 
 
Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca  mostrava a falta de dentes. 
 
Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo. 
 
Eu olhei em Volta e vi a razão de seu contentamento. 
 
Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, 
Sujo, engordurado e rasgado. 

 
Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, os sapatos. 
 
Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo. 
 
Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa. 
 
Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal. 
 
Suas mãos começaram a se mexer para saudar. 
 
'Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel. 
 
Minha esposa e eu nos olhamos: 
'Que faremos?'. 
 
Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá,amigo'. 
 
Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo. 
 
O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho. 
 
Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê. 
 
Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.
 
Obviamente, ele estava bêbado. 
 
Minha esposa e eu estávamos envergonhados. 
 
Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices. 
 
Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta. 
 
Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos  no Estacionamento. 
 
O velho se encontrava muito perto DA porta de saída. 
 
'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel', disse orando, enquanto caminhava perto do homem. 
 
Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do AR que ele pudesse estar exalando. 
 
Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'. 
 
Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem. 
 
Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor. 
 
Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido. 
 
O homem fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.
 
Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro,suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel. 
 
Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo. 
 
Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura: 
'Cuide deste menino'. 
 
De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'. 
 
Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor. 
 
Peguei meu filho e o velho homem me disse: 
'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'. 
 
Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'. 
 
Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro. 

Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo: 

'Deus meu, Deus meu, me perdoe'. 
 
Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de Roupa suja. 
 
Eu fui um cristão cego  carregando  um menino que não o era. 
 
Eu senti que Deus estava me perguntando: 
'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando Ele 
Compartilhou Seu Filho por toda a eternidade. 

 
O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou: 
Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um Menino, não entrará nele.' (Lucas 18:17). 
 

 

1 de ago. de 2011

O QUE FAZER PARA SER SALVO ?


Isaias exorta-nos a buscar ao Senhor enquanto Ele está próximo. Deus não planeja afastar-se, porém muitas vezes o deixamos ou erguemos barreiras de pecados entre nós e Ele. Não espere até encontrar-se a deriva, e longe de Deus, para procurá-lo. Quanto mais tempo passar, mais difícil será voltar para Ele. Também existe a triste possibilidade de Deus vir a julgar os homens antes que você decida voltar. Busque a Deus agora, enquanto pode fazê-lo, antes que seja tarde demais. Mas, o que fazer para ser salvo?
1.Devemos buscar ao Senhor (Mt 7.7,8);
Jesus nos disse que devemos persistir em buscar a Deus. As pessoas freqüentemente desistem após algum esforço e concluem que Deus não pode ser encontrado. Mas conhecer a Deus requer fé, concentração e força de vontade; Jesus nos assegura que seremos recompensados.
2. Devemos chegar-nos a Ele (Tg 4.8);
Deus promete estar perto de todos que se afastam do pecado, que purificam os seus corações e que o invocam verdadeiramente arrependidos. A comunhão com Deus trará sua presença, graça, bênçãos e amor.
3. Devemos evitar o caminho dos que falharam (Mt 25.10-13);
Aqui encontramos Jesus narrando a parábola das dez virgens, mostrando que devemos está preparados para sua volta evitando está assentado a roda dos escarnecedores com fala o salmista em Salmos 1.1. Cristo deixa, pois, claro que Ele não vai esperar para que todos se preparem para sua vinda. Portanto, devemos evitar está no caminho dos que falham, e nos preparar, pois Cristo virá numa data imprevisível.
4. Temos de nos converter ao Senhor (At 3.19);
Nesta passagem entendemos que para ser salvo devemos nos arrepender, se desviando do pecado e da geração perversa ao nosso redor, e se converter, voltando-se para Deus, ouvir tudo quanto Cristo, o Profeta, lhe diz progredindo na obediência sincera a Cristo.
5. Temos de voltar-nos para o nosso Deus (Mt 11.28);
O generoso convite de Jesus destina-se a “todos os que estais cansados e oprimidos” com os problemas da vida e os pecados do ser humano. Quem vem a Jesus e torna-se seu servo e faz a sua vontade, Ele o alivia de suas insuportáveis aflições e lhe dará descanso, paz e o seu Espírito Santo como guia. Para sermos salvos devemos atender ao convite de Jesus: “Vinde Amim”
6. Temos de receber o perdão de Deus (Lc 7.48-50);
Mantenhamo-nos longe do espírito orgulhoso do fariseu e dependamos simplesmente só de Cristo, e regozijemo-nos nEle e, assim, estejamos preparados para obedecê-lo com mais zelo e recomendá-lo com mais força a nossa volta. Assim que mais expressemos nossa dor pelo pecado e nosso amor a Cristo, mais clara será a prova que temos do perdão de nossos pecados. Que mudança maravilhosa efetua a graça no coração e a vida de um pecador e em seu estado perante Deus, pela completa remissão de todos seus pecados pela fé no Senhor Jesus!
7. Crê em Jesus Cristo e serás salvo (At 16.31).
“Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e tua casa” quando reconhecemos Jesus como o Senhor e confiamos a Ele toda a nossa vida, a salvação nos é assegurada. Se você nunca confiou em Jesus para salvá-lo, faça-o depressa! Sua vida pode torna-se repleta de alegria, como aconteceu ao carcereiro.
Conclusão
ENTREGUE SUA VIDA A CRISTO  , POIS ELE TE AMA , DERRAMOU SEU SANGUE POR VOCE ,POR VOCE ELE RESSUSCITOU  NAO  IMPORTA QUEM VOCE É ELE TE AMA .
QUE DEUS TE ABENÇOE

A ESCOLA DE DEUS

Deus treina seus líderes mais importantes na  escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto. O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar. Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos. Destacaremos, aqui, três verdades importantes:
1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos; Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração. No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar.
No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho. Vida com Deus precede trabalho para Deus. Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra. O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus. Quando Jesus chamou os doze discípulos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.
2. Na escola do deserto aprendemos a DEPENDER MAIS DO PROVEDOR do que da provisão. Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos.
Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria.
Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão. Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer. A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar. Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.
3. Na escola do deserto aprendemos que o TREINAMENTO DE DEUS TEM O PROPÓSITO DE NOS CAPACITAR  para uma grande obra. Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo ALTÍSSIMO. Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida. Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus. Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo.
Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra. Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra.
Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento. O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!
QUE DEUS TE ABENÇOE